quinta-feira, 3 de junho de 2010

                      ADOÇÃO;UM ATO DE AMOR!

        
(Os irmãos João, Paulo e Pedro têm com Luci e Agenor uma família muito feliz).

(Essa imagem pode conter direitos autorais,etc,etc...)
Ham,ham!Já sei disso,e é com enorme respeito que à posto aqui hoje.
Respeito e enorme admiração,com uma alegria imensa me queimando o coração,por saber que o mundo ainda tem;aqui,ali,acolá...pessoas com a essência do Criador!
É tão lindo,tão mágico até, eu poderia dizer,não fosse minha crença em milagres!
O milagre de saber que não cai uma só folha de uma árvore,se não for por permissão do Criador!
S e tem uma coisa que me causa certo desconforto,é quando ouço alguém dizer após um acontecimento,seja ele grande ou pequeno:"Pôxa,que sorte!"
Sorte o escambaul!!!É pura bençaõ,é puro livramento ou vitória,é a mão de Deus e seu poder agindo!
Faço também questão de dizer que tanto a matéria quanto as fotos,foram extraídas do site:
Um site super bacana,chamado também por: Diário da região,de S.J.do rio Preto.


DIRETORIA:
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Segue a linda e real história de uma família feliz e constituída por Deus:


                                                         FAMÍLIA: Filhos do coração.


São José do Rio Preto, 14 de maio de 2008
                                                                                                                          (Thomaz Vita Neto).
                                                                                                                           (Ariana Pereira).


01:42 - É mês de outubro de 2003, quando a professora Lucimar Barbosa Pereira, 44 anos, se casa com o aposentado Agenor José dos Santos Filho, 59 anos. O enlace é o pontapé inicial para Lucimar realizar seu maior sonho: ser mãe. O casal faz várias tentativas pelos métodos naturais, mas o bebê não vem.

- Já que não está acontecendo naturalmente, Luci, o que você acha de optarmos pela adoção?A pergunta de Agenor faz Lucimar refletir sobre os exemplos bem-sucedidos na família. Ela tem dois irmãos com filhos adotivos. E aceita a sugestão do marido. Opção feita, o casal procura pela Vara da Infância e da Juventude de Rio Preto, com perfil definido: uma menina, rescém-nascida. Com apoio de amigos e familiares, o casal prepara-se para receber a criança. Livros, conselhos, exemplos de pessoas que já tinham passado pelo processo de adoção levam Luci e Agenor a refletir sobre os critérios utilizados para definir como seria o novo membro da família. Nessa época, Agenor já tem quatro filhos do primeiro casamento. Luci não tem nenhum. A espera pela filha recém-nascida dura dois anos, até que o casal decide ampliar o leque de opções.

- Vamos aumentar a faixa etária, independente de sexo, e esperar que a criança venha. A gente não precisa saber de onde vem, qual é o temperamento, nada. O que vier, será bem-vindo. Após a adoção de novos critérios, Luci deposita em Deus sua vontade de ser mãe. E tem certeza de que seu sonho será realizado. É final da tarde do dia 4 de setembro de 2006, quando o celular de Luci toca. Ela está com a chave na porta para entrar em seu apartamento. O coração dispara quando ouve a voz do outro lado.


- É da Vara da Infância. Temos aqui uma criança que se enquadra no perfil de vocês. Mas para adotá-la é preciso ficar também com o irmão menor, pois não queremos separá-los.Ao desligar o telefone, Luci fica parada. Não abre a porta do apartamento. Senta-se ali no corredor e tenta assimilar a notícia.


- Meu Deus do céu. Como vou contar ao Agenor?


O casal ficara quase três anos se preparando para ter um filho. Dois era surpresa demais. No dia seguinte ao telefonema, Luci e Agenor vão à sede do Projeto Teia, um abrigo para crianças, conhecer os candidatos a filhos.


O pequeno Paulo, de apenas nove meses, não perde tempo. Pula no colo de Luci, encosta a cabeça na dela, como se fossem conhecidos antigos. A criança, que não tem firmeza nas pernas devido à desnutrição, ganha, de pronto, o coração da mulher.


- Você não quer pensar um pouquinho? -, pergunta o marido.


- Não quero nem pensar. Vamos ficar com eles -, responde a mulher com convicção. O casal deixa as crianças no projeto e vai para casa preparar-se para recebê-los no fim-de-semana seguinte. Luci cumpre uma verdadeira maratona. Vai atrás de médicos e roupas para os meninos, pois de 7 a 10 de setembro estariam juntos. A visita é uma experiência. Um teste para que crianças e o casal se conheçam e decidam se vão ficar juntos. No feriado da Semana da Pátria de 2006 Paulo, com nove meses, e João, quatro anos, deixam a sede do Teia para conhecer a casa de Luci e Agenor. João, os mais velho resiste. Sai do lugar aos prantos. As lágrimas persistem até a avenida Alberto Andaló. Quando as crianças chegam ao apartamento, bolo e bexigas estão à espera dos irmãozinhos. A festa mudaria a vida do casal e das crianças. O fim-de-semana inesquecível marca Luci, Agenor, João e Paulo.
Thomaz Vita Neto
Pais e filhos reunidos na área de lazer da casa localizada no bairro da Aclimação, zona sul de Rio Preto.


(Foto:Thomaz Vita Neto).
Na segunda-feira, hora de devolver as crianças ao Projeto Teia, algo inesperado acontece. Pedro sai com facilidade dos braços da professora, mas João não quer deixar a companhia dos “pais de fim-de-semana”. Corre dos braços de Luci para a proteção de Agenor, em uma tentativa desesperada de não ser, mais uma vez, abandonado.


- Vamos ligar para o juiz e pedir que ele autorize que vocês levem os dois para casa hoje mesmo. Ainda na segunda-feira, o que deveria ter sido apenas uma experiência torna-se definitivo. João e Pedro tornam-se oficialmente os filhos adotivos de Luci e Agenor. Junto com os filhos vem a vida corrida. Cuidar da casa, trabalhar, exercer o papel de pais. Os dois meninos ocupam a professora e o marido quase em tempo integral. Tudo parece perfeito. Em agosto de 2007, quase um ano depois da chegada de João e Paulo, Luci e Agenor fazem uma visita rotineira à antiga mãe social. Lá, um dos assistentes sociais, inadvertidamente, passa e pergunta:


- Os dois não são irmãos daquela criança...?


Ao perceber que pode ter falado demais, o técnico interrompe abruptamente a pergunta. Os pais adotivos percebem que existe mais um irmão dos meninos na casa.


- Não podemos deixar essa criança separada dos irmãos. E se eles perguntarem um dia? - conclui Agenor. Menos de um mês depois de descobrirem Pedro, ele já está entre os irmãos. Os três crescem cercados de cuidado e amor em uma casa grande, decorada por caramanchão de primaveras e com brinquedos esparramados pelo quintal. A casa é grande, mas Luci faz questão que os filhos, que hoje têm um, dois e seis anos, dividam o mesmo quarto. Agora, com a família completa, Agenor tem novo sonho:

- Vamos fundar uma associação de pais e filhos adotivos em Rio Preto. Temos todo o estatuto pronto. Dessa forma poderemos dar orientações, relatar experiências e ajudar os pais que pretendem recorrer à adoção. Acreditamos que o processo adotivo seja uma forma de construir uma sociedade melhor. E queremos formar os nossos filhos para que sejam pessoas íntegras que ajudem a melhorar a sociedade.

Não pude deixar de me emocionar muito com esta história,tudo começou quando pela manhã abri a internet e deparei-me com uma matéria falando da triste realidade que vivem os jovens;que antes crianças,viviam em abrigos e orfanatos,e que assim que atingem a maioridade precisam achar um novo rumo para suas vidas.
Imaginei a dor e desespero deles;sem família,sem grana,"sem eira nem beira",esta é a verdade!
Segue a reportagem na íntegra:

(Extraído do blog:globo.com)
31/05/2010 07h33 - Atualizado em 31/05/2010 07h33



República é alternativa para jovem que faz 18 anos sem conseguir adoção .


Organizações e prefeituras montam núcleos para recebê-los.


Rapaz de 29 anos, que viveu em abrigo desde os 9, conta sua trajetória.


Luciana Rossetto


Do G1, em São Paulo.

(Professor de educação física, Wilson Santos saiu de um abrigo e viveu por três anos em uma república (Foto: Arquivo Pessoal)
Professor de educação física, Wilson Santos
saiu de um abrigo e viveu por três anos em uma república (Foto: Arquivo Pessoal)Wilson Santos superou o drama que todo adolescente que vive em abrigos e completa 18 anos precisa enfrentar. Hoje formado em educação física, o professor de 29 anos não conheceu os pais, foi menino de rua e passou três anos internado na Febem até ser transferido para o abrigo Liga Solidária, em São Paulo, quando tinha apenas 9 anos. Ali, ele passou toda a adolescência até fazer 18 anos e ser obrigado a deixar a instituição.


Com a maioridade, os jovens moradores de abrigos já são considerados independentes e aptos a viver por conta própria, mesmo quando não possuem capacitação profissional. Além da falta de apoio financeiro, eles são abalados pela ruptura repentina do convívio com os funcionários e colegas do abrigo.


Mas como iniciar uma vida independente com apenas 18 anos, um histórico de abandono familiar, baixa escolaridade e sem dinheiro até para se alimentar? Para não deixar desamparados esses garotos, em 1998 a direção do Liga Solidária organizou com recursos próprios uma república que funcionava em uma casa alugada na Zona Sul de São Paulo. Santos e outros oito garotos entre 17 e 18 anos formaram um dos primeiros grupos a participar da experiência.


Atualmente, cerca de 100 crianças vivem no
abrigo Liga Solidária (Foto: Luciana Rossetto/G1)“No início, tivemos muita dificuldade para nos adaptarmos à vida aqui fora. Antes, vivíamos em um colégio enorme e quase nunca saíamos de lá. Tivemos que aprender a cozinhar, limpar a casa e a ter noção de economia”, disse.


O abrigo custeava os gastos, mas ele lembra que, na época, conseguiu emprego em um shopping e tentava contribuir com a república. “Nós não tínhamos um fax, então, comprei um. Eu não era obrigado a nada, mas você quer colaborar para retribuir o que ganhou.”


Com 21 anos, quando percebeu que já estava estruturado e conseguiria viver por conta própria, Santos tomou a decisão. Ele revela que o mais difícil foi enfrentar a solidão. “Quando eu montei minha casa, todo mundo do abrigo apareceu e foi ótimo. Mas à noite, quando eles foram embora, fiquei sem ninguém para conversar e fazer companhia. No começo isso não era fácil, porque eu estava acostumado a ter muitas pessoas comigo, inclusive na república. É complicado ficar sozinho.”


Após trabalhar e juntar dinheiro, Santos entrou na faculdade e se formou em educação física. Ele não esqueceu suas origens e conseguiu emprego como professor em um projeto da prefeitura que funciona dentro das dependências do abrigo.


Santos ressalta que talvez sua história fosse diferente se não tivesse recebido ajuda de tantas pessoas, entre elas sua madrinha de catequese, que o incentivou a estudar para conquistar o que desejava. “Cheguei a ouvir uma vez ‘Áh, esse aí não vai prestar, vai ser ladrão’. Isso mexeu tanto comigo que, para mim, qualquer coisa que não fosse ser bandido já era um ganho. Eu coloquei na minha cabeça que seria até morador de rua, menos ladrão.”


A estudante Jessica Caroline Gomes vive na república feminina mantida pela Prefeitura de São Paulo, em Santo Amaro (Foto: Daigo Oliva/G1)A partir de 2004, o projeto foi modificado e as repúblicas são formadas por apenas quatro jovens que arcam com os próprios gastos – sempre sob orientação de um monitor. “Começamos a trabalhar em parceria com os jovens. Não são mais abrigados, são cidadãos de fato. Porém, ainda há necessidade de respaldo e monitoramento”, afirmou Mariano Gaioski, coordenador dos abrigos da Liga Solidária.

Dos 32 jovens que já passaram pelas repúblicas, 30 conseguiram tocar a vida de maneira exemplar. Atualmente, cerca de 100 crianças e adolescentes vivem no abrigo.


Mas nem todos os adolescentes são capazes de ir para a república. Alguns não conseguem superar o impacto das tragédias que ocorreram em suas vidas e também há casos de jovens abandonados com deficiência mental. “O desequilíbrio emocional não permite que avance em sua formação. Com 17 anos e baixa escolaridade, ele não está apto a concorrer no mercado e vai ficando excluído. Que escolhas sobram para ele?”
De acordo com um levantamento feito pelo G1 com as prefeituras de todas as capitais do país, São Paulo e Curitiba são as únicas quem mantêm repúblicas.


Desde 2007, a Prefeitura de São Paulo tem um projeto de repúblicas para acolher os jovens que saem de abrigos. Atualmente, há duas casas femininas e duas masculinas em funcionamento, na Lapa e em Santo Amaro, com capacidade para atender juntas 25 garotas e garotos até os 21 anos. A prefeitura destina a essas instituições uma verba que cobre todas as despesas, como água, luz, alimentação e até transporte quando os jovens estão procurando emprego.


Com 18 anos recém-completados, Jessica Caroline Gomes vive em instituições desde os 14 e, agora, enfrenta as incertezas de todos que acabam de deixar o abrigo. A garota mora atualmente em uma das repúblicas femininas da prefeitura que está localizada em Santo Amaro. A casa tem capacidade para abrigar nove garotas - todas na mesma situação de impossibilidade de retorno para a família.


“Eu era muito dependente até vir para cá. Aqui, tive que aprender a me virar, é cada um por si. Claro, quando alguém não cumpre uma tarefa, temos que nos reunir, reclamar. Mas apesar de tantas meninas com jeito diferente, nós convivemos bem”, disse.


Além do irmão, de 19 anos e que também vive na república masculina, Jessica tem uma irmã de 14, que vive em um abrigo. Estudante do terceiro ano do ensino médio, ela procura emprego e pretende cursar direito no futuro. “Vou fazer uma entrevista para atendente de lanchonete. Quando eu começar a trabalhar, quero juntar dinheiro e comprar uma casa.”


Miriam Egle Torturelli costuma visitar os jovens conforme necessário.
(Foto: Daigo Oliva/G1)


Coordenadora das repúblicas, Miriam conta que visita os jovens sempre que necessário.O objetivo é ensiná-los a se tornar independentes. “Eles começam a viver sozinhos e têm que sentir que a casa é mesmo responsabilidade deles. Eu gerencio problemas de relacionamento, a escala das tarefas domésticas de cada um, marco médico, oriento na procura de trabalho, entre outras coisas”, explicou.
Repúblicas do governo




Os critérios para selecionar os jovens que vão para as repúblicas ainda não foram rigorosamente estabelecidos. Miriam conta que analisa o histórico dos adolescentes, que são entrevistados e também visitam a casa para conhecer as normas. Depois, decidem se vão conseguir se adaptar. “A prefeitura vai investir mais três anos no adolescente por conta
de um projeto de vida que ele apresentar. Quando completar 21 anos terá que estar preparado, porque vai encarar o mundo lá fora. Vai ter que se virar sozinho depois.”


Em nota, a prefeitura de Curitiba informou que em novembro do ano passado foi criada uma república para jovens de 18 anos que não possuem chances de reinserção familiar. Eles também permanecem no local até 21 anos.

Que bacana  que existem estas repúblicas prontas a darem auxílio à estes jovens,não que seja a melhor coisa,uma vez que está tão longe de ser o acolhedor lar em que deveriam ter vivido desde a infância.
Porém,já se torna suficientemente seguro,uma vez que não precisem perambular pela vida.
Isso me tráz à memória histórias verídicas que se passam aqui mesmo onde eu moro.
Há um abrigo,espécie de orfanato que ampara as crianças orfãs ou que por algum infeliz motivo estão sobre a guarda da justiça.
Minha amiga trabalhou em uma ong ou fundação(não sei exatamente o que é),aqui também na cidade que tenta amparar crianças que ficam pela rua após seu horário escolar,aí no meio período que sobra,eles ficam tendo um reforço escolar e também um lanchinho e a atenção das pessoas que ali estão;creio eu tentando ajudar de bom coração,assim espero.
Ela conheceu uma garota que mora no abrigo infantil,pois eles frequentam a organização após chegarem da escola,ou antes de irem à mesma.
A garotinha estava passando por um período terrível no mês em que minha amiga trabalhou lá,pois estava já sofrendo de ante mão com a possibilidade de completar 18 anos antes de ser adotada por alguma família.
Segundo ela,seu irmão que antes morara com ela ali mesmo no lar das criança,agora vivia pelas ruas da cidade alcoolizado e infeliz!
Depois de várias decepções diante de esperanças sucumbidas após mais uma adoção fracassada,lá estava ela triste,deprimida,tão novinha e com uma preocupação tão grande!
Tanto eu quanto minha amiga acabamos nos emocionando e chorando diante da situação,e o que fizemos foi orar e entregá-la ao Senhor.
Como me sinto?Irresponsável,covarde!
Pois nunca fui até lá para tentar conhecê-la,visitá-la,fazer amizade!
Não que seja tarde,pois um dia,e muito em breve,voltarei aqui (em nome de Jesus!),e falarei pra vocês dos meus novos amiguinhos,pois irei até lá para conhecê-los e com eles passar alegres momentos.
Se bem que creio,que para tudo há o tempo de Deus,e assim será em minha vida,tenho sonhos...que não poderia contar aqui agora,até porque, poderia parecer um tanto hipócrita se eu os relatasse no momento,ou sei lá que impressão causaria,mas é maravilhoso sabre que Deus os conhece!
Não há apenas esta garota vivendo lá,há muitas outras crianças,e elas precisam ser alcançadas em amor!
Deus!Bem sei que a triste realidade não me permite crer que todas que ali estão terão um desfecho feliz,que acordarão numa bela manhã,e lá estarão os pais com que tanto sonham à esperá-las de braçoas abertos para levá-las para casa!
Porém,há sim um amanhã para cada uma delas!
E como será?Talvez o mesmo com que vive hoje o irmão desta garota?Ou talvez até pior???
O que me vem à mente é:
"Eu vim para que tenham vida!E a tenham em abundância!" (João 10:10)
São para estas crianças que Jesus também está falando.É à elas que Ele também quer dar abundância de vida!
Mas estão ali,"presas",talvez a grande maioria sem perspectivas de dias melhores.O que eu tenho feito a respeito?O que todos temos feito?
Me envergonho quando penso!
Não me custaria nada doar-me um pouco!Acumular menos;MENOS TUDO!
Menos afazeres,ou menos tempo vago,dependendo da situação.Menos vaidade,menos futilidade,menos egoísmo,individualidade,menos coisas banais.
Sei,sei.Não poderei salvar o mundo,mas posso ajudar a torná-lo melhor.
Amo quando o Espírito Santo fala ao meu coração;como agora:
“Mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens”. (Atos 7.48-A)
Ou quando leio:
“Assim diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o Senhor; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra.” (Isaías 66:1 - 2).
Ele apenas está dizendo à mim e à você,que precisamos urgentemente edificar um altar à Ele,diante dEle,na presença dEle!!!
Que não aceitará um dia chegarmos em sua presença,e tentarmos justificar dizendo que um dia nos decepcionamos com pessoas,que fomos humilhados,rejeitados,que nos roubaram a alegria do primeiro amor...não!Não colará!
O reino dEle é muito maior que todas estas picuinhas!É,pode parecer uma avalanche quando enfrentamos o momento,uma tempestade!
Porém,não passa de bobeira se olharmos e vermos quantas vidas estão em jogo!
Sabe aquela coisa de;"Vocês terão de me engolir"?!
Pois é,descobri que assim deve ser a vida docristão verdadeiro.
Aquele que não tenta agradar à homens,não espera que venha de pessoas o reconhecimento,nem tem que vir mesmo,pois como costumo sempre pensar e dizer:"DEle,por Ele e pra Ele!!!São todas as coisas!!!"
É tão deprimente ficarmos presos à quatro paredes,quando lá fora pessoas se perdem rumo à uma eternidade sem volta!!!
É tão cômodo investirmos em poltronas confortáveis e bonitas,enquanto lá fora,vidas estão à mercê de potestades demoníacas!!!
Não que não seja benção tais investimentos,porém devemos realmente prescrutar nosso interior e ver com a mais total sinceridade:"Onde está o meu coração???"
Pois ali estará também o meu tesouro!
Adoção é um ato de amor no sentido mais total da palavra,sabemos disso e sentimos na pele,corpo e alma,nós os que nos tornamos filhos de Deus!
Louvo à Deus pela vida destes que receberam o mais lindo presente das mãos do Senhor;um filho ou filha do coração.Louvo imensamente ao Senhor,pela vida destes pequenos que receberam das mãos deste Deus Fiel a alegria de ter um lar com pais amorosos.
Louvo também ao Senhor,pela vida de cada pequenino que neste momento está em um abrigo,pois sei que não foi à toa que eles foram trazidos ao mundo.Creio no poder restaurador do Senhor,que muda histórias,restitui,dá de volta os sonhos!
Louvo à Deus pela igreja dEle aqui na Terra;digo como indíviduos,jamais como placas desta ou daquela,que ora,evangeliza,faz acontecer,faz nascer a vida abundante nestas vidas,que passaram e passam por tantos momentos de incertezas,busca,desilusão e esperança.
Que eu possa mudar e fazer a Tua vontade senhor,erguer perante a tua face um altar que homem nenhum,JAMAIS poderá tocá-lo,interrompê-lo ou destruí-lo!
EU POSSO TODAS AS COISAS EM TI QUE ME FORTALECE!!!
Que o Senhor dê uma noite linda e abençoada a cada adulto ou criança orfã,que estiver neste instante entregando a Ti seus sonhos ,anseios e esperança.
Te amo Deus!!!

Um comentário:

  1. Olá querida, vi que passou no blog rosas entre espinhos, tentei seguir o seu mas estava dando erro, vou tentar novamente...
    Abraços e continue nesta tua força, varoa!!!O Senhor é contigo!!!
    Abraços,
    Graça Azevedo

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